Fortalecer uma marca em meio à selva de
brands do século XXI é tarefa árdua. A gente tem visto por aqui diversas ações que fogem do lugar comum e que, de uma maneira geral, tentam aproximar, cada vez mais, o cliente do produto, como
esta ou
esta.
Qual a melhor forma de convencer uma pessoa a comprar uma
Harley Davidson, a mais emblemática das motos? Quem respondeu "vivendo a incrível experiência de pilotar uma Harley", acertou. No ano passado tivemos a oportunidade de ver de perto a "
Harley Experience Tour", uma turnê de test-drives coletivos que a marca estava promovendo por toda Espanha. Funciona assim: você entra no site, se inscreve, escolhe entre os modelos disponíveis qual você gostaria de provar, e no dia e hora marcados, durante alguns minutos, você vive a "incrível experiência de pilotar uma Harley". Bom isso, hein? Atrai possíveis clientes, coloca o doce na boca da criança e, de quebra, chama atenção pela cidade com um bando de motoqueiros desfilando.




Pois a moda pegou. Há umas duas semanas, foi a vez da marca
Ducati, de motos de velocidade, fazer sua demonstração coletiva.



E no último domingo,
Trek, uma das melhores marcas de bicicletas do mundo, me deixou particularmente alucinada com o rendimento de sua
Fuel EX8. Para os amantes do esporte, as fotos falam por si.





Ninguém quer mais ver ou, simplesmente, tocar seu objeto de desejo. A gente quer mais. Quer experimentar, ver como é, como se comporta,
qual a sensação. Essa é a chave: f
azer as pessoas sentirem o que é ter o produto. É o lado emocional da compra cada vez mais valorizado.