Os robôs tb amam

10.2.09

Depois de "O homem bicentenário" e "AI-Inteligencia Artificial", a ciência-ficçao mostrou nas grandes telas o que os tecnólogos tentam colocar em prática há muito tempo: robôs podem ter sentimentos.


Uma versão moderna de Pinóquio, só que, dessa vez, em vez da magia para transformar-se em gente, Robin Williams-robot utiliza a tecnologia.


Até os meninos-robô precisam de amor. Em "A.I.", o garotinho que via fantasmas é um boneco super avançado que não desiste de sua mãe de carne e osso. E que acredita piamente que é de carne e osso.

Será que esse futuro com carros voadores, robôs-faxineiras e gente feita de metal é possível?

Rose, a faxineria-robôs dos Jetsons cuida da família
e da casa com todo carinho e cuidado. Coisa de robô.

Se os robôs chegarão, algum dia, a "sentir" carinho, a gente não sabe. Mas fato é que eles já "provocam" o carinho das pessoas. Na penúltima edição do Robot Awards, um japonês (tinha ser um japa) levou o grand prix com Paro, uma foca de pelúcia por fora e fios por dentro que, com seus inúmeros sensores, é capaz de responder a estímulos e está ajudando idosos e pessoas com alguma deficiência mental (alzheimer, autismo, etc) a reativar emoções esquecidas. Estudos comprovam que a convivência com essa foquinha fofa tem deixado os pacientes mais tranquilos, carinhosos, relaxados. Esses olhinhos despertam o sentimento de cuidado em pessoas que já não se sentiam estimulados a cuidar nem de si mesmas.

Paro, a foca robô que está revolucionando o cuidado

a idosos com uma tecnología infalível: as emoçoes e os sentimentos.

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